Futebol, uma chatice nacional

Viver no país considerado “do futebol” e achar isso uma bela duma baboseira é praticamente uma heresia no Brasil. Lembro que deixei muita gente inconformada na época da Copa do Mundo no Japão só porque ao invés de assistir às partidas da seleção brasileira nas madrugadas, preferi fazer algo de maior importância para a minha vida: dormir.

Eis que na edição deste mês da revista piauí no texto Eles não valem nada (p. 24 – 30), da inglesa Juliana Foster, há uma excelente analogia do quanto assistir a um jogo de futebol pode ser entediante:

“A existência de campeonatos quase o ano todo significa que não há escapatória. Há sempre uma partida na televisão, às vezes em vários canais ao mesmo tempo. Ficamos imaginando como a população masculina reagiria se Sintonia de Amor e O Diário de Bridget Jones passassem em vinte canais, alternadamente, por várias semanas seguidas. Não muito bem, aposto.”

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