2 x 7 filmes em 2010

Recuperando a idéia de listas Tirando o Atraso chegou a hora de enumerar alguns filmes aos quais assisti em 2010 (lançamentos ou não), compondo duas listas: uma com sete filmes imperdíveis e outra lista com filmes que não deveriam ter saído do projeto.

TOP 7:

  • Toy Story 3 (2010, Dir.: Lee Unkrich): Exagero dizer que um dos melhores filmes do ano é uma animação? Não. Toy Story 3 é divertido e comovente na medida certa, recomendado para todas as idades.
  • É Proibido Fumar (2009, Dir.: Anna Muylaert): Mistura perfeita de drama, romance e suspense num roteiro caprichado de Anna Muylaert e interpretações brilhantes de Glória Pires e Paulo Miklos.
  • 500 Dias Com Ela ((500) Days of Summer, 2009, Dir.: Marc Webb): Sobre pé-na-bunda e como superá-lo. Aberto para a discussão: Summer foi cruel ou Tom não percebeu os sinais desde o começo?
  • A Origem (Inception, 2010, Dir.: Christopher Nolan): Ficção científica rocambolesca com roteiro tão bom que não deixa ninguém perdido na história. Ponto para o encontro de Joseph Gordon-Levitt e Leonardo DiCaprio que também estão em 2 outros filmes desta lista.
  • Ilha do Medo (Shutter Island, 2010, Dir.: Martin Scorcese): Suspense impecável, com fotografia belíssima e uma reviravolta no final.
  • Anticristo (Antichrist, 2009, Dir.: Lars von Trier): Riqueza de simbologia com pitadas de sadismo para narrar a tentativa de um casal em superar a morte do filho.
  • Tropa de Elite 2 – O Inimigo Agora é Outro (2010, Dir.: José Padilha): Uma sequência que conseguiu ser melhor do que o filme original. Filme brasileiro de ação de alta qualidade.

FLOP 7:

  • Do Começo ao Fim (2009, Dir.: Aluisio Abranches): Difícil saber o que é pior nessa tentativa de filme temático LGBT: o roteiro sem nexo? Atuações patéticas? Direção precária? Nonsense gratuito? O que Júlia Lemmertz faz perdida nesse fiasco?
  • Se Nada Mais Der Certo (2008, Dir.: José Eduardo Belmonte): Poderia ser melhor sem a narração inaudível e sofrível de Cauã Reymond e a tentativa de abraçar muitos temas ao mesmo tempo.
  • Atividade Paranormal 2 (Paranormal Activity 2, 2010, Dir.: Tod Williams): o primeiro já era ruim.
  • Carrie, A Estranha (Carrie, 2002, Dir.: David Carson): Filme feito para tv que assusta pela péssima qualidade.
  • Comer, Rezar, Amar (Eat Pray Love, 2010, Dir.: Ryan Murpy): Julia Roberts e Javier Bardem não foram suficientes para tornar a adaptação do livro famoso em um filme interessante.
  • Nosso Lar (2010, Dir.: Wagner de Assis): Muito dinheiro gasto em “efeitos especiais” e nenhum investido em bom gosto na direção de arte.
  • Nine (2009, Dir.: Rob Marshall): Se a melhor parte do filme é a participação de Fergie, como levar o resto a sério?
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Uma resposta

  1. Ótima lista!

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