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Dorian Gray

Já faz um bom tempo que falei aqui sobre mais uma adaptação do maravilhoso livro O Retrato de Dorian Gray, de Oscar Wilde, para o cinema.

Finalmente, o filme dirigido por Oliver Parker estreará no Reino Unido no dia 9 de setembro e já tem um aperitivo circulando pela web:

Parece que dessa vez acertaram a mão.

Via Celso Dossi.

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Leia o livro, mas não assista a qualquer filme

Aumentando a lista de adaptações cinematográficas de livros deste ano, encabeçada por Ensaio sobre a cegueira, de José Saramago, e No Sufoco, de Chuck Palahniuk está em produção mais uma versão para o cinema de O retrato de Dorian Gray, de Oscar Wilde.

Ok… adaptação de tal livro para cinema ou tv não é novidade. Mais de 10 versões para a história já foram filmadas para cinema ou em telefilmes em diversas línguas e países – Dinamarca, EUA, Rússia, Alemanha, Hungria, Inglaterra, Italia, França e Canadá. De todas versões, a mais bem sucedida até hoje é a dirigida por Albert Lewin (Os Amores de Pandora) em 1945 e leva o mesmo título do livro. A adaptação rendeu um Globo de Ouro de Atriz Coadjuvante para Angela Lansbury (no papel de Sybil) e o Oscar de Fotografia.

Em 2001, Allan A. Goldstein (2001: Um maluco perdido no espaço) teve a coragem de dirigir uma versão moderninha que nem mesmo com a atuação de Malcolm Macdowell (Laranja Mecânica) escapou do fiasco: Dorian Gray – Pacto com o Diabo é tão ruim que eu não recomendaria nem mesmo a um desafeto.

Colin Firth e Ben Barnes

Com lançamento previsto para 2009, Dorian Gray (título original) tem na direção Oliver Parker (Um nome na lista) que já filmou outros dois textos de Wilde: O marido ideal, em 1999, e Armadilhas do Coraçãobaseado no livro A importância de ser prudente – em 2002. Entre o elenco, Ben Barnes (o Príncipe Caspian, de As crônicas de Nárnia) foi o escolhido para encarnar Dorian Gray, enquanto o irônico Lord Henry será interpretado pelo britânico Colin Firth, famoso como o namorado de Bridget Jones.

Agora o jeito é torcer para que finalmente venha um filme bom o suficiente para eu esquecer de vez a bomba do Goldstein.