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4ª Bienal do Livro traz Adriana Partimpim para Rio Preto

Amanhã, dia 30 de Abril de 2010, começa a 4ª Bienal do Livro de Rio Preto com espetáculos, palestras, encenações, exposições, projeções e shows ao longo da programação que estende até o dia 09 de Maio e tem como espaço o Centro de Educação, Cultura e Artes – Swift.

Já na primeira noite da Bienal, a cantora Adriana Calcanhotto apresentará o show Adriana Partimpim – Dois É Show no Anfiteatro Nelson Castro (em frente à Swift), que recebeu estrutura especial para o evento para abrigar além de shows, apresentações de teatro e dança.

Dois é Show apresenta o segundo disco de Adriana Calcanhotto voltado ao público infantil, que para tal projeto a cantora utiliza o pseudônimo Adriana Partimpim. A apresentação será gratuita e terá início às 20h.

Confira a programação completa:

4ª Bienal do Livro: www.bienalriopreto.com.br

Siga a Bienal no Twitter: @BienalLivro2010

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Não-Lugar – dias 16 a 19 de Julho

Tendo como principal atrativo o espelho d’água desativado transformado em pista de dança e bar, o Não-Lugar entrou em funcionamento nesta 9ª edição do Festival Internacional de Teatro de Rio Preto no último dia 16 de julho com uma programação dividida entre performances, shows e dj sets, além de instalações audiovisuais.

Superando minhas expectativas em relação à estrutura, a organização do festival preferiu arriscar e manter toda a área do Não-Lugar descoberta, compensando o ambiente claustrofóbico da edição anterior.

Dia 16:

Bolha Luminosa01A noite começou com a performance Bolha Luminosa – Experimento Transapiens da Cia. Teatro Lumbra e o Clube da Sombra de Porto Alegre (RS) que com poucos elementos (uma grande bolha de plásticos, lâmpadas e três atores) projetavam fantásticas sobreposições de imagens em cores variadas sobre um bizarro experimento científico. Considerando o tema Instâncias da Subjetividade desta edição do FIT, a performance rendeu as mais variadas interpretações no público, mas é impossível negar que o efeito visual é fabuloso.Bolha Luminosa02

Logo em seguida, no palco principal, teve a apresentação da “mulher tombada” Karine Alexandrino em figurinos exagerados e vocal desesperado que, entre uma música e outra, fazia o público rir com aforismos e outras bobagens. Com o feroz sono de uma quinta-feira fui embora ainda durante o show, perdendo a apresentação do DJ Bocka.

Dia 17:

Atrasado, conferi – de longe – só o final do show de Os Polydoros que foi seguido pelo set do DJ Cláudio Gorayeb. Com público maior do que a noite anterior, o Não-Lugar teve momentos de lotação, mas sem exageros, apesar da surreal e demorada fila do banheiro masculino.

Fotos: Milena Aurea.

Dia 18:

Em toda edição do FIT, os sábados do Não-Lugar são os mais concorridos: filas quilométricas, ingressos esgotados e indignação de quem ficou de fora. Apesar da possibilidade de comprar ingressos antecipadamente, a grande maioria do público deixa para comprar na bilheteria do bar. Porém, com número limitado de ingressos por noite, quem deixou pra última hora acaba ficando de fora. E foi isso que aconteceu no último sábado: longas filas de fazer inveja ao Vila Dionísio.

Na programação da noite, no palco os espanhóis do Sienta La Cabeza preparavam os penteados esdrúxulos nos mais corajosos. Na sequência, com uma considerável (e um tanto irritante) demora imposta pela organização, o DJ Mabel tocou na pista um set burocrático, um pouco distante do que seu público já estava acostumado, mas mesmo assim a pista continuou cheia pela madrugada.

Dia 19:

A primeira apresentação da noite era do Parafolclórico Metal Madeira, de Rio Preto – que já tinha feito sua participação na abertura do FIT – então não me preocupei em chegar tão cedo, já que estava mais interessado em acompanhar o show Desde que o Samba é Samba. No entanto, acabei nem percebendo que o show acontecia devido ao aparente desânimo e baixo volume da apresentação.

Em plena véspera de segunda-feira, essa foi a noite mais vazia do Não-Lugar, sobrando pouca gente para o set do DJ Fábio Lopes.

Depois de três dias funcionando apenas como bar, as apresentações no Não-Lugar voltam hoje com a dupla Tetine, responsáveis por pérolas como Cereti (vídeo abaixo) e I Go To The Doctor, cantado pela funkeira Deise Tigrona.

Tom Zé em Rio Preto

Anote na agenda: dia 19 de outubro (domingo) tem show gratuito do Tom Zé às 21h30 no Anfiteatro da Represa Municipal de São José do Rio Preto.

Ponto de largada da turnê Roteiro 4 realizada pelo Sesc SP, Rio Preto ganhará a apresentação de Tom Zé que além das músicas um tanto esquizofrênicas do último álbum Danç-Êh-Sá também cantará sucessos do excelente Estudando o Samba, de 1976. Será que ele também dará uma palhinha do Estudando o Pagode??

Lestics na Livraria da Esquina

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Dica boa para quem é de Sampa: amanhã (03/09/2008) tem show do Lestics na Livraria da Esquina a partir das 22h. A entrada é só R$8 e a Livraria da Esquina fica na Rua do Bosque, nº 1254, Barra Funda. Fica pertinho do Terminal Barra Funda (mapa).

Agora, se você AINDA não conhece a banda, leia meu texto no PoppyCorn e ouça as músicas no MySpace ou puxe os discos!

Orquestra na Represa

Hoje, às 20h, tem apresentação da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo no Parque da Represa (ao lado do Clube do Servidor, pertinho da Swift). O concerto em Rio Preto faz parte do projeto OSESP Itinerante, que tem como objetivo levar a Orquestra para cidades do interior de São Paulo em apresentações gratuitas, com a presença do maestro John Neschling.

Considerando a curiosidade que a montagem do palco despertou na população nos últimos dias, tanto pela estrutura quanto pelo local escolhido (um terreno que por muitos anos foi depósito de terra do desassoreamento do lago da Represa Municipal), não há dúvidas que a OSESP contará com um público grandioso nesta sexta-feria gelada.